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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Faça você mesmo: papel de parede com contact

Decorar bem a parede do quarto faz toda a diferença, e uma ótima opção é o papel de parede com contact



Você gosta de surpreender e deixar o seu quarto cada vez mais com a sua cara? Então veio ao lugar certo, afinal, adoramos passar ideias bem legais e criativas para decorações diferentes, ainda mais quando se trata do quarto. E a ideia que vem agora é muito legal: papel de parede com contact. A ideia é simples e acredite: qualquer um pode fazer e estilizar a decoração do jeito que sempre imaginou.
A facilidade em usar o contact é uma das grandes vantagens em apostar nesse tipo de decoração e aqui iremos dar dicas superbacanas para que você também possa se inspirar e criar decorações fabulosas. Ah! E para quem não sabe, o contact é aquele rolo de papel adesivo que pode nos possibilitar diversas ideias.
Fazendo decorações com contact.
Essa ideia é para quem gosta de formas e pequenos detalhes nas paredes. Por exemplo: escolha alguns papeis contacts coloridos e faça pequenas formas de estrelas, luas, corações, gotinhas… Fica tão bonito e tão delicado que não tem como não amar essa escolha. Quer entender um pouco mais como a sua parede pode ficar? Olha só essas ideias e se apaixone.




Contact usado como quadro de anotações
Essa aqui é para quem gosta de anotar e sempre ter um painel a mão para refrescar a memória. Um contact branco, por exemplo, é ótima solução para isso e pode ser revestido num bom tamanho para a sua parede. Além disso, o contact preto é outra opção bem legal e mais estilosa para ser usada no seu quarto.


Contact com estampas
Para facilitar a decoração, os contacts também estão vindo com estampas que podem combinar demais com o seu estilo. Seja de flores, uma estampa mais moderna ou contemporânea… Tudo isso é possível, basta escolher a que mais se adapta a você.
Ah! E para aplicar o contact é bem simples. Vá colando com a ajuda de uma espátula de borracha ou de um algodão para ir eliminando as bolhas que possam se formar. Fica lindo e o resultado é ótimo. Mas antes, lembre-se de limpar bem a parede.












Saiba Quem Pode Dar Entrada No Atual Programa Do Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida é uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda. Em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos, o programa vem mudando a vida de milhares de famílias brasileiras. É oportunidade para quem precisa e mais desenvolvimento para o Brasil.

Vantagens Se você já é cliente do programa, acesse seu contrato.

  • Menor taxa de juros do mercado O Programa do Governo Federal oferece condições de pagamento e taxas de juros de acordo com a renda da sua família
  • Financiamentos de moradias em áreas urbanas ou rurais Você pode financiar a compra de imóvel novo em área urbana ou ainda a construção e reforma de moradias em área urbana e rural.
  • Atendimento especializado Locais de atendimento específicos, de acordo com cada tipo de financiamento.
  • Programa Caixa de Olho na Qualidade O canal exclusivo para esclarecer dúvidas e registrar eventuais problemas em sua casa e ajudar você a cuidar do seu patrimônio – 08007216268.

Quem pode ter

Nesta modalidade, existem quatro faixas de renda contempladas. São elas:
Famílias com renda de até R$ 1.800,00:
Faixa 1 – A Caixa oferece várias vantagens para a sua família. Conte com um financiamento de até 120 meses, com prestações mensais que variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar. A garantia para o financiamento é o imóvel que você vai adquirir. Assim, fica muito mais fácil realizar o sonho da casa própria.
Famílias com renda de até R$ 2.600,00:
Faixa 1,5: Você pode adquirir um imóvel cujo empreendimento é financiado pela Caixa com taxas de juros de apenas 5% ao ano e até 30 anos para pagar e subsídios de até 47,5 mil reais.
Famílias com renda de até R$ 4.000,00:
FAIXA 2: Se sua família tem renda bruta de até R$ 4.000,00, você se encaixa nesta faixa do Programa Minha Casa Minha Vida e pode ter subsídios de até R$ 29.000,00.
Famílias com renda de até R$ 7.000,00:
FAIXA 3: Para famílias com renda bruta de até R$ 7.000,00​​, o Programa Minha Casa Minha Vida oferece taxas de juros diferenciadas em relação ao mercado para você conquistar uma casa própria.

Como Contratar

Veja como participar do programa
  1. Confira se você precisa se cadastrar Se a sua família tem renda mensal menor que R$ 1.800,00 é preciso se inscrever na prefeitura da sua cidade ou numa entidade organizadora para iniciar o processo de seleção.Já para as famílias com renda mensal até R$ 7.000,00​​, além de poder contratar por meio de uma entidade organizadora, pode também contratar de forma individual, para isso é só fazer a simulação, para saber quanto você poderá investir, entregar a documentação em um Correspondente Caixa Aqui ou n​a agência Caixa mais próxima de você.​
  2. A Caixa avalia seu cadastro As famílias selecionadas pelas prefeituras e validadas pela Caixa serão comunicadas sobre a data do sorteio das unidades e da assinatura do contrato de compra e venda do imóvel.No caso de atendimento direto na agência ou no Correspondente Caixa Aqui, a Caixa recebe e analisa a sua documentação e a documentação do imóvel que você escolheu e mostra para você as melhores condições para o financiamento.
  3. Você assina o contrato Após a aprovação e validação do cadastro você assina o contrato de financiamento.

Condições – Faixa 1

  • Renda familiar compatível com a modalidade (até 1800 reais); OBS: o Benefício de Prestação Continuada – BPC e o Bolsa Família, fornecidos pelo Governo Federal, não compõem a renda familiar.
  • Não ser proprietário, cessionário ou promitente comprador de imóvel residencial;
  • Não ter recebido benefício de natureza habitacional oriundo de recursos orçamentários do município, dos Estados, da União, do FAR, do FDS, ou de descontos habitacionais concedidos com recursos do FGTS, excetuadas as subvenções ou descontos destinados à aquisição de material de construção para fins de conclusão, ampliação, reforma ou melhoria de unidade habitacional
  • Documento oficial de identificação

Parceiros

Se você é representante do Poder Público, de entidades sem fins lucrativos ou empreendedor da área de construção civil, pode ser parceiro do Minha Casa Minha Vida e ajudar a mudar o Brasil.

Poder Público
O Minha Casa Minha Vida pode fazer muito pelo seu estado ou município. A Caixa oferece linha de crédito destinada à construção de empreendimentos habitacionais em parceria com o Poder Público. São recursos do FAR – Fundo de Arrendamento Residencial e do FGTS. Conheça as duas opções disponíveis e mude a vida de milhares de famílias na sua região.
Entidades sem fins lucrativos
Entidades da sociedade civil sem fins lucrativos, cooperativas ou associações podem participar do Minha Casa Minha Vida. Elas contribuem assumindo as funções de ordenar e apoiar as famílias durante todas as etapas do processo.
Organize sua comunidade e apresente para a Caixa uma proposta habitacional. A sua entidade pode ajudar a mudar a vida de muita gente.
Empresas da Construção Civil​
Quem atua na área da construção civil tem a oportunidade de fechar grandes negócios e ainda contribuir para o desenvolvimento do país. Confira os financiamentos que a Caixa oferece para construção de empreendimentos habitacionais em áreas urbanas:
Imóveis na Planta: linha de crédito para produção de empreendimentos habitacionais por meio de financiamento direto a pessoas físicas.
Alocação de Recursos: financiamento para empreendedores, pessoa física ou jurídica, que produzem empreendimentos com recursos próprios ou de terceiros.
Apoio à Produção: produto exclusivo para empresas do ramo da construção civil que querem construir rapidamente.
Plano Empresa da Construção Civil: financiamento simplificado a empresas para produção de empreendimentos residenciais.​

Bancos Mudam Regras Para Facilitar O Crédito Imobiliário

Caixa apresenta nesta terça-feira uma nova forma de correção do crédito imobiliário pelo índice oficial de inflação do país, e outros bancos devem seguir o movimento


Mudanças no crédito imobiliário prometem reduzir os juros cobrados pelos bancos e facilitar o financiamento da casa própria. Em um movimento que será puxado pela Caixa Econômica Federal, bancos devem passar a corrigir as prestações pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o índice oficial de inflação do país. Para especialistas, isso pode baixar as prestações e facilitar o crédito.

Com isso, as taxas cobradas nos parcelamentos habitacionais terão uma parcela pre-fixada, que deverá variar de 2% a 5% ao ano, somada ao índice de inflação – o IPCA previsto para este ano é de cerca de 3,8%. Na prática, o consumidor verá a parcela do crédito imobiliário flutuar de acordo com as oscilações inflacionárias.
Hoje, o mercado funciona numa lógica diferente com bancos fixando um juro nominal no cálculo das prestações, que são revisadas apenas pela Taxa Referencial (TR). O novo sistema será anunciado nesta terça-feira (20) pela Caixa, mas o Bradesco já admite também adotar a regra. Outros bancos, entre eles o Banestes, afirmam que estão avaliando a adoção das alterações.
VANTAGENS E RISCO

Para especialistas, a alteração trará vantagens para o mutuário que vai pagar uma baixa taxa fixa e pegará uma inflação abaixo da meta. Com a reforma da Previdênciae o avanço de outras reformas, existe a expectativa de uma maior estabilidade do IPCA.

Mas se por um lado, no cenário econômico atual, com a inflação sob controle, os juros do financiamento podem ficar mais baixos, por outro, há o risco da grande oscilação do índice de inflação em longos períodos de tempo, já que um contrato imobiliário dura décadas.

As linhas de crédito que sofrerão as mudanças são do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar as prestações. Atualmente, nessas linhas, o crédito é corrigido pela TR mais uma taxa de juros que pode ser no máximo 12%.

O presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-ES), Eduardo Araújo, orienta que o consumidor planeje junto com a família a compra. “É preciso conversar com os familiares, colocar as contas na mesa, não contrair compromissos financeiros maiores do que o valor da prestação do imóvel. Todo financiamento tem que ser visto com muita cautela, mas a tendência é que o custo do financiamento diminua.”

O diretor da Alphamar Investimentos e professor da Fucape, Fernando Galdi, considera a medida positiva. “Essa nova modalidade faz com que a pessoa fique pagando proporcionalmente o que está sendo acordado na assinatura do contrato. Porque a taxa na correção varia ao longo do tempo, mas se leva em conta a inflação oficial do país”, comenta.


ADESÃO



Além da Caixa, mudança com a nova modalidade de crédito atrelada ao IPCA já está sendo estudada por outros bancos. O Bradesco disse que deve operar com essa nova linha e que está avaliando as condições.
Já o Banestes, o Itaú Unibanco e o Santander afirmaram que estão avaliando a medida. O Banco do Brasil, porém, respondeu que monitora constantemente os movimentos de mercado e que, até o momento, não há definição sobre alterações de taxa de juros.
Apesar dos especialistas apontarem que os juros do financiamento de imóveis no país devem cair, o consumidor que não tem o salário corrigido pela inflação precisa ficar atento, segundo Galdi. Pois corre-se o risco das parcelas subirem mais do que o consumidor esperava.
SETOR APROVA INICIATIVA

O setor imobiliário aprovou a iniciativa da Caixa e acha que a mudança pode estimular o mercado, como destaca o presidente da Associação Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Sandro Carlesso.
“A gente está em um momento importante para os clientes porque as facilidades para compra do imóvel aumentaram, seja por redução da taxa de juros, seja pela nova forma que o governo deve anunciar amanhã. A gente vem de um período em que os clientes não estavam fechando negócio por insegurança, pela taxa de juros que estava mais alta. Com essas mudanças, as pessoas devem voltar para o mercado, aumentando o volume de venda.”

A MUDANÇA


Caixa Econômica Federal
Como é

Nas linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o crédito é corrigido pela Taxa Referencial (TR) mais uma taxa de juros que pode ser no máximo 12%. Geralmente, no mercado, os bancos praticam taxas de até 8%. A TR é uma taxa mensal que foi criada para servir de referência para a taxa de juros no Brasil, numa tentativa de controlar a inflação. A TR é igual a zero desde 2017 devido à queda da taxa Selic.

Como deve ser essa nova linha de crédito imobiliário

O crédito na Caixa deve ter a sua correção calculada com base no IPCA e mais uma taxa pré-fixada, cuja expectativa é de que seja menor, de 2% a 3% ao ano. Já o IPCA previsto para este ano é de cerca de 3,8%.

Outros bancos
Bradesco: O banco deve operar com esta nova linha atrelada ao IPCA e diz que está avaliando as condições.

Banestes: O banco capixaba diz que observa a demanda de crédito habitacional em sua rede de agências, para oferecer produtos competitivos a seus clientes e que realiza estudos para adoção de outros indexadores para correção das prestações.

Itaú Unibanco: O Itaú Unibanco respondeu que está estudando as condições das medidas que estão sendo discutidas para traçar qual caminho vai seguir.

Banco do Brasil: O Banco do Brasil pontuou que monitora constantemente os movimentos de mercado, mas que, até o momento, não há definição sobre alterações de taxa de juros.

Santander: O Santander afirmou que está avaliando a medida, de relacionar a correção do crédito imobiliário ao IPCA.

Fonte Oficial: https://publicidadeimobiliaria.com/bancos-mudam-regras-para-facilitar-o-credito-imobiliario/

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Como fazer para deixar minha casa com a minha cara?

Acreditando que o ambiente pode ser um vetor de bem-estar, é muito importante que cada um viva em uma casa que o represente e tenha aquele gostinho de "sentir-se em casa".




Muitas pessoas, na hora que se deparam com uma obra, têm medo que algo saia fora do planejado. Esse receio inclui uma preocupação com prazos, orçamentos e também com a personalização. 

É justamente sobre essa preocupação com a personalização do imóvel que vamos falar. Aliás, melhor do que falar é mostrarmos a evolução de um projeto a partir de feedbacks do Thiago, cliente da Em Canto Meu.

O Thiago procurou a Em Canto Meu para fazer o projeto do seu apartamento novo. Animado com a mudança, já estava sonhando com todos os detalhes do seu novo lar e trouxe algumas ideias sobre todos os ambientes. Entre os pedidos, queria um apartamento com sala e cozinha integradas, cores mais neutras para o mobiliário e itens com mais cores e “vida” para a decoração.

Versão 1: Sala de TV em cores mais claras




Versão 2: Sala de TV em cores mais escuras



Versão 1: Sala de TV e Jantar integradas com cozinha em cores mais claras 





Versão 2: Sala de TV e Jantar integradas com cozinha em cores mais escuras


Esse exemplo pode parecer simples, mas é essencial para que o cliente consiga se imaginar dentro de casa, faça suas escolhas de forma assertiva e evite retrabalhos e custos adicionais ao longo da obra.

Por fim, escolher um arquiteto que saiba captar o seu estilo, respeite suas escolhas e entregue revisões ilimitadas em cada etapa do projeto é um passo essencial para garantir que você tenha a sua casa com a sua cara. A partir dessas premissas, a Em Canto Meu – startup de arquitetura e reforma de interiores – disponibiliza o Teste de Estilo online para quem quiser dar um primeiro passo e descobrir seu estilo. A partir disso, inicia-se o projeto, que engloba: 

Escolha do arquiteto por afinidade de perfil e estilo: são mais de 20 profissionais disponíveis
Simulador de Custos de Obra e Mobília para alinhar o projeto ao budget de cada um
Desenvolvimento do projeto com revisões ilimitadas em cada etapa do projeto, incluindo: 
Briefing junto ao arquiteto escolhido
Painel conceitual e planta baixa
Desenhos 3D renderizados
Entrega técnica ou projeto executivo
Orçamentos e lista de compras
Esse passo a passo é bastante fluido e ágil, leva cerca de 1 mês. Essas mudanças podem até parecer pequenas, mas fazem muita diferença para a pessoa que está recebendo o projeto e que irá morar ali dentro. Portanto, é importante levar todos os detalhes em consideração para garantir que cada um tenha a casa com a sua cara.




quarta-feira, 31 de julho de 2019

Metade Dos Imóveis Urbanos No País Não Tem Escritura

Moradora de Virginópolis, de 10 mil habitantes, no Vale do Rio Doce, a técnica em enfermagem Suely Alves do Perpétuo Silva diz que realizou um verdadeiro sonho ao receber a escritura do imóvel onde a família mora há mais de 10 anos. No Norte do estado, em Mirabela, o comerciante Elias Soares da Fonseca ainda aguarda ansiosamente para ter em mãos a documentação do seu estabelecimento na chamada “terra do santo”, área que tem São Sebastião como “dono”, desde que fazendeiros doaram uma gleba para o santo no fim século 19. escritura
A situação da técnica em enfermagem e do comerciante está relacionada a um problema histórico, que atinge milhões de brasileiros – maciçamente, a população de baixa renda –, afetando duramente a economia e que está sendo amenizado por uma lei promulgada recentemente: a falta de legalização dos imóveis urbanos. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Regional (que incorporou o antigo Ministério das Cidades), cerca de 50% dos imóveis no Brasil têm algum tipo de irregularidade. São 60 milhões de domicílios urbanos, sendo 30 milhões irregulares – ou seja: os seus ocupantes nunca foram a um cartório para providenciar a escritura. Em Minas, levantamento aponta que 3 milhões de imóveis são irregulares, segundo o Colégio Registral Imobiliário de Minas Gerais (Cori-MG).
Loteamento à revelia da lei

A “informalidade” dos imóveis não distingue classes sociais: vai de favelas a condomínios de luxo. As causas da situação irregular também são diversas, indo desde as invasões a loteamentos que foram criados à revelia da lei – ou que não foram aprovados e não registrados – passando também pela venda ilegal de imóveis e por outros motivos, como a “doação para o santo”, que ocorre em outros municípios brasileiros, além de Mirabela. Além de acentuar o crescimento desordenado e a infraestrutura precária das cidades, ela acarreta enormes prejuízos econômicos para o país ao abrir caminho para a sonegação fiscal, fazendo com que a União, estados e municípios deixem de arrecadar bilhões em tributos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Imposto de Renda (IR). Também provoca perdas para o comércio e para o sistema financeiro, já que, sem o documento legalizado, os proprietários não podem oferecer os imóveis em garantia de financiamentos, com dificuldades até para fazer cadastros e ter acesso a empréstimos e crediários, por exemplo. 

As perdas com a irregularidade imobiliária são ressaltadas pelo advogado Renato Góes, presidente da Comissão de Regularização Fundiária da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo. Ele é um dos autores da Lei Federal 13.465/17, a chamada “Reurb” (Regularização Fundiária Urbana) e que também abrange a questão de interesse social (“Reurb-S”), destinada à população de baixa renda e que tem o objetivo de legalizar a situação dos milhões de proprietários urbanos “sem escritura”. Foi iniciado em Minas um projeto de legalização desses imóveis, com base na Reurb-S, que beneficia moradores de Belo Horizonte e várias outras cidades mineiras. A iniciativa é do Cori-MG, que oferece apoio técnico às prefeituras, capacitando servidores sobre os procedimentos previstos na nova legislação para a regularização dos imóveis das pessoas de baixa renda.

O advogado afirma que o percentual elevado de imóveis irregulares é um problema que se arrasta desde o descobrimento do Brasil. “Deve-se ressaltar que a irregularidade fundiária é um problema complexo que surgiu em 22 de abril de 1500 e vem se agravando a cada dia”, diz. “O problema começou em 1500, pois a legislação aplicada por Portugal não foi capaz de regrar o uso do solo brasileiro em face de sua dimensão e peculiaridade. Durante três séculos o Brasil insistiu no sistema de sesmarias, criado em Portugal em 1375 para outra realidade fundiária bem diversa da brasileira”.

CAUSAS MÚLTIPLAS

Entre as várias causas do quadro irregular, Góes aponta “a equivocada e antiga máxima de que o direito de propriedade é absoluto, irrestrito e ilimitado, o excesso de normas e conflito de competências entre os entes federativos, a ausência de política pública específica, confusão de regularização fundiária com política habitacional; ausência ou ineficiência do controle do uso do solo, crescimento populacional desenfreado e ausência de planejamento urbano”, além da crise econômica e da especulação imobiliária.
O diretor do Departamento de Regularização Fundiária do Cori -MG, José Celso Ribeiro Vilela de Oliveira, salienta que uma das razões da falta de documentação dos terrenos é que “o processo de urbanização massiva enfrentado em nosso país nas últimas décadas do século 20 se deu sem organização ou controle”. Ele lembra que, “ao parcelar uma gleba, o loteador tem deveres para com a municipalidade e a coletividade”, devendo transferir um percentual de áreas públicas para que a prefeitura possa instalar serviços como postos de saúde, escolas e áreas verdes.
“É do loteador o ônus de custear as obras de infraestrutura e todo esse plano de loteamento deve ser previamente aprovado pelo município. Em seguida, a documentação deve ser apresentada ao registro de imóveis, como condição para que se possa legalmente vender os lotes, pois há necessidade de proteger os consumidores dessa oferta pública. Contudo, em regra, nada disso vinha sendo observado e os municípios, salvo poucas exceções, não exerceram satisfatoriamente seu papel fiscalizador. Por outro lado, diversas áreas públicas, dos municípios, do estado ou da União foram objeto de ocupação irregular”, relata o diretor do Cori-MG.
Quanto ao fato de o problema da irregularidade fundiária urbana atingir mais as áreas carentes, José Celso Oliveira explica: “A propriedade imobiliária é um ativo econômico. Como tal, as áreas com melhor localização e vocação do uso urbano são mais valorizadas. Portanto, o valor de venda de lotes nessas áreas é suficiente para o loteador arcar com o alto custo de parcelar regularmente um terreno. O inverso ocorre nas áreas menos valorizadas, ao que se normalmente agrega o alto custo de obras de infraestrutura, pois, na maioria das vezes, também a topografia é desfavorável”. 
Vantagens econômicas da regularização fundiária

O advogado Renato Góes destaca que a regularização fundiária urbana, facilitada pela Lei da Reurb, da qual ele foi um dos autores, apresenta vantagens com bons resultados para a economia. “A regularização fundiária gera vantagens de diversas searas (jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais) e a melhoria dessas searas gera ganho econômico às pessoas que residem no núcleo regularizado, às pessoas que moram na cidade, ao poder público (municípios, estados e União)”, afirma Góes.
“A primeira vantagem econômica é a valorização imobiliária de quem passa a ter um título de propriedade, que permite não só dar segurança jurídica ao ocupante, mas também ao eventual adquirente, além de permitir e facilitar o uso do sistema financeiro, valorizando os imóveis então irregulares. Um imóvel fundiariamente regularizado será dotado de infraestrutura e gerará ganhos diversos, impactando na economia local”, acrescenta.
O diretor do Cori, José Celso Oliveira, também destaca as vantagens da regularização. “A Reurb permite valorização dos imóveis, possibilitando mais investimentos públicos para as áreas, até mesmo com recursos federais e internacionais. Além disso, os proprietários podem obter financiamentos para melhoria das moradias ou para abrir empreendimentos a juros mais baixos”, enfatiza. Ele ressalta que os municípios também são beneficiados. “As administrações públicas passam a arrecadar tributos, como IPTU e ITBI, possibilitando que o município se desenvolva com qualidade e aprimore a prestação de serviços para a população. Em diversos casos, a Reurb é acompanhada da melhoria dos equipamentos públicos e de infraestrutura urbana, que passam a ser oferecidos à população”, observa.
De acordo com o Cori-MG, vários municípios já iniciaram a regularização de imóveis pela Reurb-S, englobando os núcleos urbanos informais ocupados predominantemente por população de baixa renda. Entre os municípios que desenvolvem a ação estão Belo Horizonte (bairros Jatobá, São Lucas, Itaipu, Urucuia e Jardim Leblon, entre outros), Brumadinho e Vespasiano (região metropolitana), Inhapim (Leste), Nova Porteirinha e Janaúba (Norte), Novo Cruzeiro e Catuji (Vale do Jequitinhonha) e Virginópolis (Vale do Rio Doce). Segundo dados do Cori-MG, os números de imóveis regularizados no estado por meio do projeto subiram de 3.761 em 2017 para 5.245 em 2018. Em 2019, já foram 4.498 terrenos e construções “legalizados” em Minas.
O diretor do órgão ressalta que a regularização dos núcleos urbanos exige ação coletiva, envolvendo o poder público e a comunidade. “As palavras de ordem para a regularização ir adiante em um município são coordenação de esforços e escala. Os municípios são os grandes atores responsáveis por realizá-las, mas a população deve se organizar para solicitar a demanda. E não adianta tentar a regularização individual ou de poucas casas. Quanto maior a escala de contratação, mais baixo fica o custo individual”, assegura José Celso.
INSERÇÃO NA ECONOMIA 
O professor Pedro Seixas, coordenador do MBA em gestão de negócios de incorporação e construção imobiliária da Fundação Getulio Vargas, salienta que o índice de 50% de imóveis é um problema que precisa ser enfrentado. “Mas é preciso entender como esse percentual de imóveis irregulares está distribuído entre as classes sociais e em quais regiões ele se encontra. Temos a questão das favelas e das construções irregulares, mas a informalidade não é exclusividade dos imóveis mais baratos e mais precários”, informa Seixas.
Ele ressalta que a falta dos títulos de posse dos terrenos e das construções “cria uma barreira” para os proprietários, por não terem como dar o patrimônio como garantia em empréstimos. O especialista enfatiza a importância da regularização para a inclusão das pessoas na economia. “A formalização dos imóveis vai trazer vantagens econômicas para uma população que fica à margem do sistema financeiro. A partir da regularização, teremos a inserção econômica de muitas famílias”, afirma.
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Aprenda a fazer uma luminária com ralador

Olha aí mais uma dica de Faça Você Mesmo bem bacana e que certamente vai encantar os amantes de reaproveitamento de objetos. Você já deve ter visto em algumas fotos pela internet que o uso do ralador acabou ganhando grandes proporções, além, é claro, de ralar alimentos. Porém, uma em especial vem chamando atenção: luminária com ralador. Sejam elas suspensa, como abajures, ou destacadas num ambiente que está fraco decorativamente, se é assim que podemos chamar.


Vamos ir direto ao que interessa: como fazer luminárias com ralador e inseri-las na decoração? Os itens são bem simples de serem achados, o processo para fazer é rápido e o resultado é fantástico. Quer aprender? Então continue lendo o nosso artigo e se surpreenda com a sua nova luminária, gastando bem pouco.



Itens necessários para fazer a luminária de ralador:
– 1 ralador
– 1 soquete já instalado com os fios
– 1 lâmpada
Montando a sua luminária de ralador:
Partindo do princípio que você estará com as instalações do soquete e bocal prontos, fica muito mais fácil realizar o processo de montagem. Caso não tenha um soquete e um bocal prontos, peça ajuda a um eletricista ou alguém que conheça os processos elétricos para garantir o perfeito funcionamento.
Com o soquete e o bocal já instalados, passe-o pela entrada do ralador, na parte de cima. Escolha uma lâmpada que seja forte para uma iluminação mais potente e uma mais amarelada para ambientes aconchegantes.
Você ainda pode colorir as suas luminárias e criar um estilo ainda mais bonito. Aproveite para ver algumas ideias que separamos abaixo e se inspire para criar o seu também.










quinta-feira, 25 de julho de 2019

Dicas para evitar acidentes em casa,

Acidentes em casa acontecem, mas muito pode evitar com alguns cuidados básicos

Não é porque estamos em casa que não estamos sujeitos a sofrer acidentes. Por isso, é importante saber como evitá-los e assim diminuir a chance de se machucar, principalmente se moram crianças e idosos na casa.


  • No quarto: 
    • Cuidado com a altura das camas nos quartos. Se você tem filhos e precisa de um beliche, pare e pense se realmente é necessário um móvel como esse, pois só é indicado a partir dos seis anos. Se essa for a única opção, muitas vezes pelo tamanho do cômodo, coloque grades de proteção na cama, principalmente na parte superior. Se optar por camas comuns, pense em comprar aquelas com o tamanho exato. Tenha em mente que ao acordar, a pessoa deve conseguir colocar os pés no chão para não cair, importante para idosos quanto para crianças. 
    • Outra ideia interessante para o quarto é ter um abajur ou um interruptor de luz ao lado da cama, assim você ilumina o quarto antes de levantar e evita acidentes.




  • No banheiro: 
    • No banheiro o cuidado deve ser redobrado, pois ele geralmente está molhado. Procure colocar tapetes de borracha que grudam mais facilmente no chão e tiras antiderrapantes tanto na saída do box, quanto dentro. Se na casa moram idosos, coloque barras de ferro ao lado do vaso sanitário, para facilitar quando forem sentar e levantar.
    • Se atente a instalação do chuveiro elétrico. Ele precisa ser muito bem instalado para evitar choques elétricos. E não se esqueça de sempre secar o banheiro, tanto para você quanto para os outros usarem. Um piso molhado pode causar sérios acidentes a qualquer um.



  • Na cozinha: 
    • Quando pensamos em segurança na cozinha, as crianças precisam estar em primeiro lugar. Por isso, coloque sempre o cabo das panelas que estiverem no fogão para dentro e nunca virados para fora. Tome muito cuidado também com os talheres, se eles tiverem que ficar no escorredor, deixe os cabos para cima e procure deixar as facas sempre guardadas, se acabaram de ser lavadas, já as guarde. 






  • Corredores e escadas: 
    • Os corredores e as escadas da casa devem estar sempre muito bem iluminados. Se a escada tiver um piso escorregadio, procure colocar fitas antiderrapantes, pois ela pode se tornar um dos lugares mais perigosos da casa. Nos corredores tome bastante cuidado com os tapetes, para que eles não formem “ondinhas” que podemos tropeçar.




  • Na sala: 
    • Na sala devemos nos preocupar com as estantes, mesas e todos os outros móveis que crianças possam utilizá-los para escalar. Tome cuidado quando for deixar uma cadeira ou banco perto de móveis altos para que a curiosidade delas não faça com que elas subam.




  • Remédios: 
    • Tome muito cuidado com os remédios e outros produtos tóxicos que fazem mal à saúde. Remédios devem ficar muito bem guardados e longe do alcance das crianças, assim como os produtos de limpeza, por exemplo, que também devem ficar escondidos e muito bem fechados.